BRASILEIRO É ACUSADO DE MATAR CONTERRÂNEO A FACADAS NA FILADÉLFIA

Briga foi em campo de futebol; várias crianças e adolescentes estavam no local e testemunharam o crime.


Publicado em 18 Agosto 2019

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BRASILEIRO É ACUSADO DE MATAR CONTERRÂNEO A FACADAS NA FILADÉLFIA

A polícia da Filadélfia, na Pensilvânia, prendeu um brasileiro acusado de matar a facadas o conterrâneo Franklin William de Souza, de 24 anos, no domingo (11), em um campo de futebol. O crime foi testemunhado por diversas crianças e adolescentes que estavam brincando no local.

 

Segundo o jornal Brazilian Times, o suspeito foi identificado como Igor Vitor, que teria agido com frieza após o crime e ‘lambido a faca cheia de sangue’.

 

“Ele o esfaqueou três vezes, lambeu o sangue da faca e saiu como se nada tivesse acontecido”, disse à CBS um menino de 14 anos que estava no local.

 

“Não queria que crianças tivessem visto uma cena tão terrível como esta”, disse Tim Harris, que ligou para a polícia para comunicar o ocorrido.

 

Franklin foi levado para o hospital onde morreu pouco tempo depois.

 

Ainda segundo testemunhas, tudo começou após uma discussão por $70 referentes ao rateio das comidas e bebidas. O acusado teria se recusado a pagar a sua parte e a vítima o cobrou. Ele então saiu, pegou uma faca e atacou Franklin na frente de várias crianças.

 

Os dois são naturais da cidade de Santa Efigênia, em Minas Gerais. A vítima trabalhava na área de construção civil e o acusado estava no país há apenas três meses. A mãe da vítima mora na Pensilvânia e o pai em Connecticut.

 

Uma página no GoFundMe foi aberta para ajudar com despesas do funeral.

 

Law Office of Witer DeSiqueira

Fonte: www.acheiusa.com

 

OBS.: O propósito deste artigo é informar as pessoas sobre imigração americana, jamais deverá ser considerado uma consultoria jurídica, cada caso tem suas nuances e maneiras diferentes de resolução. Esta matéria poderá ser considerada um anúncio pelas regras de conduta profissional do Estado da Califórnia e Nova York. Portanto, ao leitor é livre a decisão de consultar com um advogado local de imigração.