USCIS NEGA "GREEN CARD" A OFICIAL DA PATRULHA DE FRONTEIRA


Publicado em 01 Dezembro 2019

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USCIS NEGA

Foi na Starbucks que Raúl Rodríguez descobriu que ele nasceu no México, seu pai disse a ele na frente de um oficial da Patrulha da Fronteira que estava investigando seu caso, porque a agência não possuía sua certidão de nascimento.

 

O oficial trabalha com a agência há 18 anos, o que lhe permitiu obter uma licença de três anos para obter seu status legal no país e recuperar seu trabalho, mas as coisas não correram como ele pensava.

 

Tecnicamente, Rodriguez é um imigrante sem documentos e violou as leis trabalhando sem Autorização de Emprego, afirmando falsamente - sem saber - ser um cidadão dos EUA.

 

Como resultado, o Escritório de Serviços de Cidadania e Imigração (USCIS) rejeitou seu pedido de residência permanente em 29 de outubro por meio de sua esposa.

 

Em 12 de novembro, o advogado apresentou uma moção para reabrir seu caso para obter o green card, mas ele não recebeu uma resposta.

 

Rodriguez não era apenas um agente de fronteira, ele também é um veterano, pois estava na Marinha.

 

Seu filho de 14 anos ficou surpreso ao saber que seu pai não era americano, muito menos um estrangeiro com documentos legais. "Então o pai é ilegal?", Perguntou aos pais quando eles contaram o que havia acontecido.

 

Rodriguez não se limita ao problema, já que seu filho, Raúl Jr., obteve cidadania com base em seu pai "americano", agora ele deverá obter sua documentação através de sua esposa. O ex-oficial pode até ser deportado.

 

A história publicada por L.A.Times diz que Rodriguez se juntou à Patrulha da Fronteira para ajudar a impedir o assédio que sofreu quando ele era um garoto de pele escura.

Law Office of Witer DeSiqueira

 

Fonte: www.laopinion.com

 

OBS.: O propósito deste artigo é informar as pessoas sobre imigração americana, jamais deverá ser considerado uma consultoria jurídica, cada caso tem suas nuances e maneiras diferentes de resolução. Esta matéria poderá ser considerada um anúncio pelas regras de conduta profissional do Estado da Califórnia e Nova York. Portanto, ao leitor é livre a decisão de consultar com um advogado local de imigração.